quinta-feira, julho 15, 2010

A Fúria e o Perdão dos Deuses

Depois de achar que eu sou baitola, o Google resolveu desatar sua fúria sobre mim e me expulsou do Jardim do Éden. Isso mesmo, fiquei uma semana sem minha conta dos deuses.

O que aconteceu? Até agora não sei. Fui acusado de violar os termos e serviços do Google e por isso estava para sempre relegado a este mundo vil e sem aplicativos grátis que é a internet fora da terra prometida.

Com não sou spammer, não repasso (propositalmente) vírus ou propagandas de como deixar seu pênis maior e de viagra, tenho certeza que a fúria dos deuses era injustificada para com minha pobre pessoa, uma pessoa temente aos deuses do olimpo googliano.

Fato é que Eles não escutaram meus perdões, minhas orações meus sacrifícios de pombas e outros animais; tentei reclamar por todas as vias possíveis, mas nada de respostas.

Assim que resolvi apelar aos protegidos dos deuses: seus sacerdotes-trabalhadores. Falei com dois amigos que trabalham/já trabalharam para os deuses e implorei por ajuda. Os dois avisaram que os deuses eram muito temperamentais e que poderia ser difícil, mas que continuasse com as orações e tivesse fé.

Devo admitir que passada uma semana, minha fé estava mais do que abalada. Essa história de que é tudo grátis, os deuses te amam simplesmente porque sim e que vocês está seguro nas suas mãos me parecia uma balela sem tamanho.

Estava sem meu ê-mala (e com isso todos os meus contatos, freelas, informações importantes que guardo, fotos etc), sem meu blog (este que vos fala de 6 anos), sem meu picasa, sem meus docs, sem meu analytics, meu yOrgut... Minha vida eu tinha depositado na mão dos deuses – que guardaram tudo na tal da nuvem – e eles me tomaram tudo. Por capricho.

Choramingando minhas mágoas e o abandono dos deuses para com a minha pessoa com uma amiga, ela me pediu o login e disse que já voltava. Cinco minutos depois, ela me avisa que minha conta está de volta a funcionar.

Mas como? Ainda não sei. O que eu tinha feito de errado? Também não sei. Minha conta agora está segura? Também não sei. Só sei que recuperei tudo. TUDO. E a primeira coisa que estou fazendo é transferir tudo para outras contas em outros sites. Meu gmail manda uma cópia para uma conta paga e todos os ê-malas serão baixados no outlook lá de casa, baixei todas as fotos do picasa e meu blog está indo pro wordpress. Então esse é meu último post pelo blogger, depois de 6 anos; se os deuses não acreditam em mim, eu não acredito nos deuses.



Moral da história 1: Não confiem (totalemente) nos deuses internéticos. Tenha todos os seus arquivos e aplicativos online, mas tenha SEMPRE um back up físico, na sua mão.

Moral da história 2: Conheçam a Maria Bernal que ela é foda!

Moral da história 3: Te vejo no wordpress: chiquitomigrana.wordpress.com

segunda-feira, maio 31, 2010

segunda-feira, maio 10, 2010

Para onde vão as meias

Recentemente descobri que o meu teclado do trabalho estava escrevendo 6 toda vez que eu apertava a tecla do 5. Uma virada do mesmo de cabeça para baixo foi o suficiente para perceber que o problema era sujeira.

Agora, foi incrível a quantidade de restos de biscoito, de cílios, cabelos e mais outras coisas não identificadas que saíram de dentro do troço. Era impossível que estivesse tudo ali dentro, naquele espaço de meros 2 centímetros de espessura.

Mas a verdade é que eu aprendi a não subestimar a capacidade de armazenamento de sujeira de certas coisas no mundo. O teclado tem vários amigos nesta categoria, como o conector do celular para o carregador, unhas, umbigos, livros, aparelhos de ar condicionado etc.

Mas nada no mundo – NA-DA – rivaliza mais com o teclado do que o ouvido. Os dois realmente aparentam não ter tanto espaço assim, mas ele se multiplica toda vez que você vai limpá-lo. Eu, particularmente, nunca fez aquela limpeza do ouvido no otorrino, mas dizem que é incrível.

O seu moço começa a enfiar um líquido orelha adentro e quando você acha que não cabe mais, ele continua e continua e continua e continua. Mas bizarro mesmo é na hora de sair, que, pela quantidade, dá a impressão que tá escorrendo seu cérebro liquefeito junto. São litros de líquido com sujeira de todas as merdas que você escuta ao longo dos seus dias (piadas do Faustão, Lady Gaga, torcedor botafoguista etc) solidificadas em cera.

Cara, parece tão grande que dá até pra se perder lá dentro. Vai ver é pra lá que vão as meias que somem e acabam sem pares...

quarta-feira, março 17, 2010

Controle é pra quem pode

Un intento en español.

Controle é pra quem pode. Eu não posso.

Como celular tocando. Eu odeio celular e preferia mil vezes não ter essa merda comigo. Mas tenho que ter, não tenho escolha. Ele vive tocando nos momentos mais inconvenientes, atrapalhando minha vida. Adora tocar quando estou em reunião, entrando num ônibus, ou quando estou praticando intimidade com a metade-cara [essa geralmente é minha mãe – não sei como, mas ela tem um faro pra essas coisas].

Você poderia dizer “ah, então é só não atender ao bicho”. Mas fala sério, eu não consigo deixar de atender aquela merda. O tamagotchi ali falando que tá com fome e eu fingindo que não é comigo? Não dá...

Outra coisa, e é o que eu mais odeio, é a cartinha do outlook no canto da barra de tarefas do computador avisando que chegou um ê-mala novo. Cara, chegou um ê-mala novo, eu nem penso mais, já abro diretamente. Paro o que for pra ver o ê-mala novo. Quer me impedir de trabalhar, passa o dia me mandando ê-mala a cada 10 segundos.

Mas o pior é que eu pus uma regra no outlook que determinados ê-malas inúteis, mas que eu tenho que receber, saem do inbox diretamente pra uma pasta e ficam como lidas. Só que a merda da cartinha no canto da barra de tarefas não entede isso e fica apontando que tem ê-mala nova.

Aí mesmo que eu fico maluco! Porque EU SEI que não chegou ê-mala novo, mas sempre duvido de mim mesmo [ou não resisto à compulsão, um dos dois] e vou lá no outlook conferir se chegou um novo ê-mala. E não chegou. Esse é o momento em que IMPLORO pra alguém me mandar um ê-mala novo, só pra tirar a maldita cartinha do canto da barra de tarefas de lá.

Fuck Bill Gates!

segunda-feira, março 15, 2010

Pé baitola

Como diriam os filósofos da minha família, “gosto é que nem cú, cada um tem o seu e ninguém mete o dedo no meu”. E sim, o cú é com acento mesmo que é um cu diferente, dito com mais ênfase, sabe?

Voltando, gosto é de cada um. Eu, particularmente, não gosto de várias músicas que a metade-cara gosta, mas eu acabo escutando.

E é nesse momento que eu fico puto com o meu pé.

Eu sou daqueles que não sabem dançar e que fica sempre um paramédico na beira da pista de dança toda vez que eu vou lá só pra caso de nessa vez ser realmente um ataque epiléptico.

Mas, em dias mais contidos ou com menos álcool, eu tendo a ficar sentado no meu canto. E é nessa hora que meu pé toma vida própria.

Antes que eu perceba, lá está ele marcando o ritmo da música tocando. Ele é muito atento e tem uma noção de ritmo muito melhor do que eu. Tenho até que ter umas aulas com ele, nesse sentido.

Até aí, tudo bem. É uma festinha, é uma boate, é um bar – não tem nada demais em ficar marcando o ritmo com o pé.

Mas é no momento em que toca uma música ruim que ele me desgraça. Quando a Carol vai lá e coloca aquele bakstreet boys-nsync-britney spears-five-spice girls e eu fico fazendo toda a minha cara de nojo e descontento, lanço meu discurso sobre o quanto me desgosta isso aí, que o maldito vai e começa marcar o ritmo.

Ele me entrega!

Sacanagem!

Eu sinceramente não estou gostando da merda da música mas ele não para de marcar o ritmo. Me desmente na frente de todo mundo, me faz de enrustido e ainda me entrega de viado!

Porra! Podia pelo menos escolher umas músicas menos “alegres” pra fazer isso.

Sinto que o meu pé é que nem o Kevin Kline em "Será que ele é" - não que eu seja, mas o meu pé também não consegue se controlar quando a música toca.



Sacanagem!

Não tem nada pior pra acabar com pose de machão de um cara que um pé baitola.

Só homem que gosta de cachorro quando vê um cão. Mas isso já é outra história...


*****

Un intento en español


Pie maricón

Como dicen los filósofos de mi familia, “gusto es como culo, cada uno tiene el suyo y nadie mete el dedo en el mío”.

Gusto es de uno. Yo, particularmente, a mi no me gustan a varias músicas que a mi mitad-cara le gusta, pero siempre las escuchamos.

Y es en ese momento que me caliento com mi pie.

Soy de estos que no saben bailar y que está siempre un paramédico el boliche siempre y cuando voy allí por el caso de que esa vez ser realmente un ataque epiléptico.

Pero, en días más reprimidos o con menos alcohol, yo suelo quedarme sentado en mi rincón. Y es en esa hora que mi pata crea vida propia.

Antes que me dé cuenta, ahí está ella marcando el ritmo de la música que toca. Ella es muy atenta y tiene más ritmo que yo. Tengo que tomar unas clases con ella.

Hasta este punto, todo bien. Es una fiestita, es un boliche, es un bar – no pasa nada marcar el ritmo con el pie.

Pero es en el momento en lo cual empieza um tema malísimo que él es mi desgracia. Cuando Caro pone esto bakstreet boys-nsync-britney spears-five-spice girls e yo me quedo con toda esta cara de asco y enojo, arranco con mi discurso sobre lo tanto que a mi no me gusta nada de eso, que la maldita pata empieza marcar el ritmo.

Ella me entrega!

Maldita!

A mi sinceramente no me está gostando la mierda de la música pero ella no para de marcar el ritmo. Me desmente frente a toda la gente y, por encima, me pone de maricas!

Fuck! Podía al menos elegir uns temas menos “alegres” para eso.

Siento que mi pata es como Kevin Kline en "In & Out" - no que yo sea maricón, pero mi pie también no logra controlarse cuando la música empieza.



Maldita!

No hay nada peor para acabar con pose de macho de un hombre que una pie maricón.

quinta-feira, março 11, 2010

O Beavis & Butthead interno

Não sei se é algo exclusivo meu – e, por extensão, dos meus amigos – mas acredito que seja algo por que todos deveriam passar às vezes, só pra liberar um pouco do estresse e da quantidade de besteiras que carregamos na cachola.

Sabe o momento em que você está conversando com seus amigos e começam a falar besteira? Aí você solta um tema com uma coisa boba e outro amigo continua e dá corda? Aí vai um terceiro e depois um quarto?

Bom, isso é, na verdade, um ataque de bobeira coletivo. Mas, o que eu acho engraçado nesse momento são as risadas. Porque ficamos exatamente igual a Beavis & Butthead, com aquela risada retardada entre cada coisa que falamos.

-Hehehe. A gente tá rindo que nem Beavis & Butthead. Hehehehe.
-Hahaha. É mesmo. Hahahaha.
-Hihihi. Só falta a gente sentar no sofá em frente à TV. Hihihi.
-Heheheh. Isso! Ou tirar as calças e colocar a camisa sobre a cabeça dentro de um avião gritando que somos o “Cornolho” e que queremos o seu “bunghole” enquanto atacamos o piloto. Hehehehe.
-Hahahha. É mesmo. Hahahha [tem sempre um que só fica falando “é mesmo” => drongo]

Enfim, deu pra ter uma idéia, né?

Eu tenho alguns amigos que sempre que a gente se encontra rola uns papos assim. Ainda mais regados de álcool.

A questão é que meu exílio meio que me afastou do convívio dessas pessoas. E ter esse momento em outra língua que você ainda está tentando dominar é que nem girar suas mãos ao lado da cabeça cada um num sentido; um em sentido horário e outro em sentido anti-horário. Complicado...

[-Hahaha. Que nem beijar cotovelo. Hahahha.
-Hehehe. Que nem chupar manga e assoviar ao mesmo tempo. Hehehe.
-Hihihi. É mesmo. Hihihi.]

Bom, para contornar este meu problema lost in translation [Hahahaha. “Lip my sock.” Hahahah. Hihihi. É mesmo. Hihihi.], alguns amigos tiveram a bondade de criar um grupo de ê-malas para podermos manter estes tipos de discussões de alto nível: updateintestinal.

Sim, nós falamos sobre isso mesmo que parece que falamos. Nós precisávamos de algo que incitasse o início das conversas. E, além do que, se é pra falar merda, que comecemos pelo sentido mais literal da expressão.

Não vou dizer que é o mesmo que fazer ao vivo, mas dá para dar boas gargalhadas na frente do computador. Isso dá.

EU RECOMENDO!

*****


Intento de escrivir en español

El Beavis & Butthead interno

No sé si es como exclusivo de mi persona – y, obvio, de mis amigos – pero creo que sea una cosa por la cual todos deberian pasar a veces, solo para libertarse un poco del estrés y de la cantidad de boludezes que llevamos en la cabeza.

Te ubicas el momento en lo cual uno está charlando con sus amigos y empiezan a hablar tonterías? Inmediatamente vos arrancás con un tema tonto y otro amigo sigue y pone más onda en la charla? Entonces un tercero arranca y despues un cuarto?

Bien, esso es, en realidad, un ataque de boludez colectivo. Mas, lo que ami me parece gracioso en esse momento son las carcajadas. Porque lucimos exactamente igual a Beavis & Butthead, con essa risada tarada entre cada palabra que hablamos.

-Jejeje. Estamos carcajando igual a Beavis & Butthead. Jejeje.
-Jajaja. Esso es. Jajaja.
-Jijiji. Ahora solo falta que sentemos en un sillón frente a la TV. Jijiji.
-Jejeje. Esso es! O sacar los pantalones y colgar la remera en la cabeza dentro de un avión gritando que somos el “Cornollo” y que deseamos el “bunghole” de la gente mientras atacamos al piloto. Jejeje.
-Jajaja. Esso es. Jajaja [hay siempre uno que habla solo “esso es” => zapallo]

Finalmente, uno ya se dió cuenta de que hablo, ¿no?

Yo tengo algunos amigos que siempre que nos vemos arrancamos con estas charlas dementes. Todavía más si llenos de alcohol.

El tema es que mi exílio como que se me dificultó el convivir de essa gente. Y intentar hacer lo mismo en otra lengua que uno todavía intenta dominar es como girar las manos al lado de la cabeza cada una a un sentido; una en sentido horario y la otro en sentido anti-horario. Complicado...

[-Jajaja. Como besar el codo. Jajaja.
-Jejeje. Como chupar manga y silbar al mismo tiempo. Jejeje.
-Jijiji. Esso es. Jijiji.]

Bien, para contornar este tema lost in translation [Jajaja. “Lip my sock.” Jajaja. Jijiji. Esso es. Jijiji.], unos amigos tuvieron la buena onda de crear un grupo de mails para mantenermos estas clases de discusiones de alto nivel: updateintestinal.

Sí, hablamos de esso mismo que parece que hablamos. Necesitávamos de algo que estimulara el comienzo de las charlas. Y, además, si es para hablar mierda, que empiezemos por lo sentido más literal de la expresión.

No puedo decir que es lo mismo que hablar en vivo, pero uno puede carcajar bastante frente a la computadora. Esso es.


LO RECOMENDO!

terça-feira, março 09, 2010

Gordo não, gordinho

Ser gordo e ser gordinho são coisas completamente distintas.

Eu, por exemplo, estou meio gordo, mas sou totalmente gordinho.

Gordo é um estado físico, uma forma geométrica, massa vezes a aceleração da gravidade ao quadrado sobre a balança.

Gordinho é um estado de espírito, é um traço de personalidade, é um estado do ser.

É pensar “o que vou fazer pra janta hoje?” e começar a babar com as possibilidades às 3h da tarde, logo depois do almoço.

É ter dois estômagos: um pra refeição e outro pra sobremesa.

É odiar encontrar uma metadinha no saco de pão porque sabe que isso não se faz e pão de verdade é pão inteiro.

É ter certeza que biscoito quebrado não engorda, simplesmente porque não é biscoito de verdade [vide acima].

É pedir jantares de aniversário. Sim, no plural.

É assistir a Super Size Me e bater a maior vontade de comer no McDonald’s.

É, quando criança, colocar o chiclete que tá mastigando num copo com açúcar dentro da geladeira pra poder almoçar e depois pegá-lo de volta pra continuar mastigando.

É definir por número de fatias de pizza o quanto que valeu a pena ir a um rodízio e não num a la carte.

É saber com certeza absoluta que ir num restaurante serve-serve definitivamente não vale a pena.

É, quando alguém perguntar o que vocês sente falta do seu país, responder com uma lista de comidas e refeições completas.

É lembrar das datas festivas pelos pratos comidos.

Enfim, é saber que não só um homem que se conquista pela barriga, mas qualquer gordinho no mundo. E vivam os gordinhos!




*****

Intento de una versión en español



Gordo no, gordicho

Ser gordo y ser gordicho son cosas completamente distintas.

Yo, por ejemplo, estoy como gordo, pero soy totalmente gordicho.

Gordo es un estado físico, una forma geométrica, masa vezes la aceleración de la gravidad al quadrado sobre la balanza.

Gordicho es un estado de espírito, es un rasgo de personalidad, es un estado del ser.

Es pensar “qué voy a hacer para la cena hoy?” y empezar a babear con las possibilidades a las 3h de la tarde, luego de almozar.

Es ter dos panzas: una para la comida y otra para el postre.

Es odiar encontrar una mitad pan porque sabe que esso no se hace a uno y que pan de verdad es pan entero.

Es estar seguro de que galletas rotas no engordan, simplemente porque no es galleta de verdad [vide arriba].

Es pedir cenas de cumple. Sí, plural.

Es ver a Super Size Me y le agarrar la mais grande gana de comer en McDonald’s.

Es, en cuanto niño, poner el chicle que está masticando en un vaso con azucar dentro de la heladera para ir a almozar y despues buscarlo de vuelta para continuar mascando.

Es definir por número de trozos de pizza lo quanto que valeu la pene ir a la pizza libre y no a un a la carte.

Es, cuando alguien preguntar o que uno extraña de su país, constetar con una lista de comidas y platos completos.

Es se acordar de las fechas festivas por las comidas.

Finalmente, es saber que no es solo un hombre que se conquista por la panza, sí cualquier gordicho en el mundo.

sexta-feira, março 05, 2010

Piada veeeeeelha...

Por que os portugueses gostam de deixar o bigode grande?

Pra ficarem parecidos com suas mães.

Rá.

Só pra aproveitar matéria ridícula sobre assunto ridículo sobre os patrícios: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/0,,MUL1515972-17852,00-GRUPO+LANCA+CAMPANHA+POR+PORTUGAL+DE+BIGODES+NA+COPA+DO+MUNDO.html

quinta-feira, março 04, 2010

Prepare to evacuate soul in 10, 9...

Cara, acho que meu momento atual já deu.

Se fosse um seriado, personagens morreriam, surgiriam outros e ao invés de haver flashbacks, haveriam flashfowards.

Essa fórmula se esgotou. Tá na hora de uma outra fórmula. Estou procurando. Mas, como não sei o que fazer, acho que vou apenas torcar de cenário e manter a fórmula apenas com uma repaginada.

Ou, vou visitar o mesmo estilo, dando uma nova versao para um mesmo tema.

Enquanto isso, sinto que minha alma se esvai aos poucos.

"We are the middle children of history, raised by television to believe that someday we'll be millionaires and movie stars and rock stars, but we won't. And we're just learning this fact. So don't fuck with us."

quarta-feira, março 03, 2010

Que irado!

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

AA! UU! AA! UU!

AA! UU! AA! UU!
AA! UU! AA! UU!

Eu como, eu durmo
Eu durmo, eu como
Eu como, eu durmo
Eu durmo, eu como...

Está na hora de acordar
Está na hora de deitar
Está na hora de almoçar
Está na hora de jantar...(2x)

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

AA! UU! AA! UU!
AA! UU! AA! UU!
AA! UU! AA! UU!
AA! UU! AA! UU!

Estou ficando cego
De tanto enxergar
Estou ficando surdo
De tanto escutar...(2x)

AA! UU! AA! UU!
AA! UU! AA! UU!

Não como, não durmo
Não durmo, não como
Não como, não durmo
Não durmo, não como...

Está na hora de acordar
Está na hora de deitar
Está na hora de almoçar
Está na hora de jantar...(2x)

AA! UU! AA! UU!
AA! UU! AA! UU!

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Guerrilha literária

Estava dando uma arrumada nos livros na estante e percebi que praticamente todos estão meio que “machucados”. Alguns têm dobras nas páginas e até na capa, outros estão amassados ou com marcas de que alguém [eu] o usou como mesa pra escrever em cima, vários com marcas variadas de alguma comida ou bebida que caiu nele.

Será que eu sou tão descuidado assim com algo que eu gosto e prezo tanto? Eu adoro meus livros, adoro ter uma mini-biblioteca e amo ler. Como posso tratar tão mal algo que gosto tanto?

Ao ir na minha mochila para buscar o livro que estou lendo atualmente, percebi que, embora tenha apenas umas poucas semanas na minha mão, ele já tem dobrinhas nos cantos das páginas.

Então me dei conta do que aconteceu: eu não costumo ler livro sentado no meu escritório em casa, numa poltrona na sala ou numa rede na varanda [ok, a rede na varanda às vezes sim].

Eu leio livros a caminho dos lugares, os devoro na rua, numa fila, no banheiro. Pra mim, a leitura é uma guerrilha, um ataque e uma fuga, mas sempre buscando o combate nos momentos mais inesperados e, no entanto, mais bem-vindos.

Ele é minha arma na fuga do cotidiano chato nos momentos em que a rotina mais ataca a minha paciência. O guardo na minha mochila como parte do meu equipamento de sobrevivência contr ao mundo.

Então, meus livros terem cara de super-usados, estarem “machucados” e gastos é o maior elogio que podia fazer a eles. Para mim, é realmente demonstrar o quanto eles são importantes para mim. São meu tesouro.

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Não tenho muito o que dizer hoje

- Tristeza é fácil, felicidade dá trabalho.

- Geralmente trabalho das 7h às 15h, mas quando tenho que trabalhar das 9h às 18h, chega às 16h e o tempo pára. Simplesmente pára. E leva uma eternidade para passar. Acho que das 16h às 17h é a hora mais demorada do mundo.

Diálogo irado de Sem Destino

Jack Nicholson (George Hanson), Billy (Dennis Hopper) e Peter Fonda (Wyatt "Capitão América") ao redor do fogo depois de serem enxotados de uma cidadezinha sulista do interior, em Easy Rider.


George Hanson: You know, this used to be a helluva good country. I can't understand what's gone wrong with it.

Billy: Man, everybody got chicken, that's what happened. Hey, we can't even get into like, a second-rate hotel, I mean, a second-rate motel, you dig? They think we're gonna cut their throat or somethin'. They're scared, man.

George Hanson: They're not scared of you. They're scared of what you represent to 'em.

Billy: Hey, man. All we represent to them, man, is somebody who needs a haircut.

George Hanson: Oh, no. What you represent to them is freedom.

Billy: What the hell is wrong with freedom? That's what it's all about.

George Hanson: Oh, yeah, that's right. That's what's it's all about, all right. But talkin' about it and bein' it, that's two different things. I mean, it's real hard to be free when you are bought and sold in the marketplace. Of course, don't ever tell anybody that they're not free, 'cause then they're gonna get real busy killin' and maimin' to prove to you that they are. Oh, yeah, they're gonna talk to you, and talk to you, and talk to you about individual freedom. But they see a free individual, it's gonna scare 'em.

Billy: Well, it don't make 'em runnin' scared.

George Hanson: No, it makes 'em dangerous. Buh, neh! Neh! Neh! Neh! Swamp!

Foda.

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Minha irmã de 2 anos

Minha irmã de dois anos passou uma semana com a gente aqui em casa.

Ela ficou com ciúmes do Chimi, o cachorro. Ele ficou com ciúmes dela.

Ela resolveu que a melhor parte do dia dela era quando eu chegava em casa. Eu me derreti por ela. Ela me deixou arrasado de cansado.

Ela expulsou os pais de uma cama de casal para ter espaço para dormir confortavelmente. Eles dormiram mal.

Ela começou a aprender a dizer quando tem vontade de ir ao banheiro. Ela encontrou um lugar na casa onde ir reservadamente para fazer seu pops na fralda.

Ela me levou pra conhecer este lugar e fazermos pops juntos. Eu fingi.

Ela foi embora e deixou um vazio aqui em casa. Ficamos aliviados por podermos relaxar um pouco. Ficamos tristes porque não temos um desses nosso pra gente brincar.

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Me engana que eu preciso

Recebi recentemente um e-mail do presidente da empresa lá dos Estates sobre o desempenho da empresa. Uma forma de compartilhar com todos os funcionários como “fomos” no último ano.

Resumindo, a empresa nunca foi tão bem, nunca ganhou tanto dinheiro, a divisão da América Latrina se destacou fazendo muita grana e “estamos todos” muito felizes por estes resultados.

Agora, por que me mandaram esse e-mail? Sacanagem! Desde agosto que a empresa assinou um acordo com o sindicato da catigoria para um aumento de salário que até agora não entrou na conta de ninguém.

Enquanto a inflação real na Argentina passa os 25% por ano, nosso salário aumentou 0,3% no ano passado. O que já era pequeno, ficou ridículo.

Acho que eu preferia que tivessem feito que nem a empresa da metade-cara no ano passado: junta todo mundo, fala que estão passando por uma crise, que não vão aumentar os salários por conta disso e pronto.

Me engana que eu preciso! Porque ficar jogando na minha cara que a empresa nunca fez tanto dinheiro na sua história só me deixa mais puto de simplesmente ignorarem o acordo assinado com o sindicato e o aumento real do salário dos colega.

Vida de assalariado é f...

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Me morro, versão Pedrin

Só para lembrar e reavivar a série Me Morro da minha metade-cara, aproveito para contar um causo que aconteceu comigo semana passada.

Estava eu tentando comprar uma ferramenta para cortar rodapés que um carpinteiro me indicou quando entrei numa loja de ferragens.

Vou decididamente para o balcão, bato no mesmo e peço com a maior machesa possível uma “ingle”.

O cara me olhou com uma cara estranha e pediu pra eu repetir. E eu repeti: uma “ingle”.

Ele fez cara de cachorro quando não entende e aí vira a cabeça de lado. Achei que era hora de explicar o que eu queria, descrever a ferramenta.

Aí o cara falou um “Ah! Sbroubles*”. E eu falei “isso! Sbroubles*”. Ele deu um sorriso de canto de boca e foi buscar a tal da ferramenta.

*- Sbroubles significa que eu não me lembro o nome da ferramenta, mas sei que é algo parecido com “ingle”.

Como estava mais caro do que eu tinha previsto, fiquei de voltar lá pra comprar o bicho.

Ontem à noite, vendo televisão argentina, descubro na legenda de um filme o que é “ingle”: virilha.

Ou seja, fiquei sem comprar a ferramenta, porque nema pau volto lá pra pedir o bicho sem saber o nome direito.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Projeto Menino do Rio 2010 – Reablitação caminha a passos largos. Rá!

Apesar de ainda não ter ganho nenhuma cor a caminha da minha iner-morenice, o Projeto Menino do Rio 2010 está avançando rapidamente a caminho de suas metas.

Esta semana fui ao médico e ele me disse que não preciso mais ir ao fisioterapeuta e nem voltar mais nele, basta seguir o plano de treinamentos que ele passou.

Não posso fingir que não me senti como o próprio Ronaldo depois de ferrar com o joelho: com planejamentos de recuperação de seis meses e gordo.

Para quem ficou curioso, segue uma foto do meu plano de treinamentos:



Próxima meta do Projeto Menino do Rio 2010: decifrar o planejamento do médico.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Desafio

Qual foi a última música escrota da qual você lembrou e cantou?

A minha tá no post abaixo...